Padrão clínico europeu · agora com força total no Brasil

Outra forma de sedar na UTI. Pelos pulmões.

A EGF Medical leva ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste a sedação inalatória Sedaconda®: despertar mais rápido e previsível, menos opioides e desempenho independente de fígado e rim. O que já é referência na Europa, agora ao lado dos seus intensivistas.

Dispositivo Sedaconda ACD-L
0,0%
do tempo no alvo de sedação, não-inferior ao propofol (Lancet, 2021)
0
Lancet 2021
pacientes no estudo de fase III publicado no Lancet
0
UE
países europeus com aprovação regulatória
~99,8%
pulmonar
eliminação pulmonar do agente, independente de fígado e rim
3
EGF
regiões sob concessão: Sudeste · Sul · Centro-Oeste
O ponto cego da sedação venosa

O paciente grave nem sempre processa o que recebe pela veia.

Sedativos intravenosos dependem de fígado e rim para serem metabolizados e eliminados. Em paciente crítico, justamente onde esses órgãos falham, a droga se acumula. O resultado é silencioso e caro.

Acúmulo da droga

Função hepática e renal comprometidas levam ao acúmulo do sedativo e a excesso de sedação difícil de reverter.

Despertar lento e imprevisível

Recuperação cognitiva arrastada, mais delirium e desmame ventilatório mais difícil, paciente preso ao leito.

Mais tempo de UTI

Cada dia a mais de leito intensivo é o custo mais pesado do hospital, multiplicado por giro e por taxa de ocupação.

Frente a frente

Sedação Venosa × Sedação Inalatória

A mesma indicação clínica, dois caminhos farmacológicos. A diferença não é de mecanismo: é de previsibilidade, de eliminação e de desfecho.

Padrão atual · Intravenosa

Sedação Venosa

  • Metabolismo e excreção dependentes de fígado e rim
  • Risco de acúmulo da droga no paciente crítico
  • Despertar mais longo e menos previsível
  • Recuperação cognitiva lenta
  • Maior necessidade de opioides associados
  • Tolerância: doses tendem a subir ao longo do tempo
EGFSedaconda® · Inalatória

Sedação Inalatória

  • Eliminação quase exclusivamente pulmonar (~99,8%)
  • Independente das funções hepática e renal
  • Despertar rápido e previsível
  • Recuperação cognitiva mais rápida
  • Menor necessidade de opioides
  • Sem aumento de dose por tolerância; mais respiração espontânea
A tecnologia

Sedaconda® ACD: o dispositivo que devolve o anestésico ao paciente.

Ciclo respiratório com o Sedaconda® ACDAnimação em quatro fases: (1) infusão contínua do agente halogenado no módulo ACD por bomba de seringa; (2) inspiração, o anestésico vaporizado segue com o fluxo até os pulmões, que expandem; (3) expiração, os pulmões contraem e o gás exalado retorna ao ACD; (4) reflexão, cerca de 90% do anestésico exalado é retido pelo refletor de carbono e devolvido na próxima inspiração; cerca de 10% segue para a captação de gases.VENTILADORBOMBA DE SERINGA · ISO/SEVOPEÇA-YCAPTAÇÃO ~10%REFLETOR · CARBONOHME · CALOR + UMIDADEFILTRO BACTERIANO / VIRALSEDACONDA® ACDPACIENTE~90%
Infusão contínua. Uma bomba de seringa injeta o agente halogenado (isoflurano ou sevoflurano) diretamente no módulo Sedaconda® ACD, em fluxo micrometrado.
1

Reflexão do anestésico (~90%)

O ACD substitui o HME convencional no circuito. Seu refletor de carbono adsorve cerca de 90% do anestésico exalado e o devolve ao paciente na inspiração seguinte: economia real do fármaco e estabilidade da concentração alveolar.

2

Isoflurano ou sevoflurano

Compatível com dois agentes halogenados. Nota técnica: o sevoflurano pode ser usado por até 5 dias contínuos (característica do fármaco, conforme material clínico oficial); o isoflurano, de eliminação quase totalmente pulmonar, não tem essa limitação e é o agente de escolha para sedação prolongada. Não é uma limitação do dispositivo.

3

HME + filtro bacteriano/viral

Além de refletor, o mesmo dispositivo atua como trocador de calor e umidade (HME) e como barreira bacteriana/viral no circuito respiratório.

4

Monitorização e integração

Posiciona-se entre a peça-Y e o paciente. Monitorização por análise de gás expirado (FET) e profundidade de sedação (BIS/RASS), com bomba de seringa, analisador e captação de gases, sem reinventar a UTI.

Indicações típicas
  • Sedação em pacientes sob ventilação mecânica invasiva
  • Alvo clínico entre RASS −1 e −5
  • Broncoespasmo refratário
  • Sedação difícil com agentes intravenosos
  • Estratégias poupadoras de opioides
Quando não usar
  • História pessoal ou familiar de hipertermia maligna
  • Hipersensibilidade conhecida a agentes halogenados

A indicação, a dose e a duração do tratamento são sempre decisão médica, conforme protocolo institucional e Instruções de Uso (IFU).

Como funciona à beira do leito

Um sistema completo, integrado à UTI que você já opera.

O Sedaconda® ACD entra entre a peça-Y e o paciente, alimentado por bomba de seringa e monitorado por analisador e captação de gases. Sem trocar o ventilador, sem reinventar o fluxo da equipe.

Configuração do Sedaconda ACD: dispositivo, bomba de seringa, analisador de gases e captação de gases conectados ao paciente
  1. 1 Sedaconda® ACD entre a peça-Y e o paciente
  2. 2 Bomba de seringa com isoflurano ou sevoflurano
  3. 3 Analisador de gases para monitorização (FET)
  4. 4 Captação de gases (~10% do agente exalado)
Treinamento passo a passo

Veja em ação.

Vídeos oficiais da Sedana Medical mostrando a montagem e a operação do Sedaconda ACD à beira do leito. Narração em inglês.

01

Equipamentos e acessórios

Vantagem clínica em todas as frentes

O que muda à beira do leito.

Não é um ganho isolado. É uma cascata de desfechos melhores que se conectam, do despertar à alta da UTI.

Filtro refletor (~90%)

Cerca de 90% do anestésico exalado é adsorvido pelo dispositivo e devolvido ao paciente na inspiração seguinte. Menos consumo de fármaco.

Eliminação pulmonar

O agente sai pela respiração, sem depender de fígado e rim. Menos acúmulo e menos excesso de sedação.

Despertar rápido e previsível

Tempo até o despertar mais curto e previsível, com menor necessidade de opioides.

Menos opioides

Menor necessidade de opioides, sem aumento de dor (BPS).

Menos bombas e acessos

Menos bombas de infusão e menos acessos venosos dedicados a sedativos: menos manipulação e menor risco de complicações como flebite.

Menos delirium

Despertar limpo, com menor incidência de delirium associado.

Menos traqueostomia

Potencial redução da necessidade de traqueostomia.

Menos antibióticos

Menor manipulação de vias venosas tende a reduzir uso de ATB.

A ciência por trás

The Sedaconda Study

O maior ensaio clínico randomizado e controlado sobre sedação inalada em terapia intensiva até hoje. Publicado no Lancet Respiratory Medicine (2021).

0
randomizados
pacientes em ventilação invasiva
0
multicêntrico
centros de pesquisa: Alemanha e Eslovênia
90,7%
não-inferior
tempo no alvo de sedação (vs. 91,1% propofol)
Fase III
RCT
randomizado, controlado, não-inferioridade
“Isoflurano via Sedaconda ACD foi eficaz e não-inferior ao propofol como sedativo primário. Menor necessidade de opioides, mais respiração espontânea e despertar mais curto e previsível.”
Meiser A. et al., Lancet Respir Med, 2021

E não parou nos adultos

O estudo pediátrico IsoCOMFORT (publicado no Lancet Respiratory Medicine em julho/2025) sustentou a aprovação da indicação pediátrica (3-17 anos) em 13 países europeus desde 2025.

Desfechos observados

Sinais clínicos consistentes na literatura

Compilação de estudos clínicos com sedação inalatória em UTI (ver seção Referências).

0,0% 
redução relativa em traqueostomia
0,00% 
tempo de ventilação mecânica
0,00% 
tempo de internação em UTI
Liderança consolidada

O que já é padrão na Europa chega ao Brasil pela EGF.

A Sedana Medical (Suécia) construiu, com força de vendas própria de enfermeiros intensivistas, uma posição de liderança na sedação inalatória europeia. Esse legado clínico é a base do que levamos ao mercado brasileiro.

+30
global
países com atuação global do tratamento
0
Europa
países europeus com aprovação regulatória
+50%
Alemanha
das UTIs da Alemanha já utilizam a terapia Sedaconda

A curva que a Europa já subiu. O Brasil está no começo dela.

Mercado europeu maduro, validação científica de primeira linha e mais de 30 países com distribuição global. No Brasil, a penetração ainda é baixa, e é exatamente aí que está a oportunidade de liderar, hospital por hospital.

🇧🇷 Sudeste · Sul · Centro-Oeste · concessão de venda e distribuição EGF
No Brasil

Quem já utiliza a tecnologia no Brasil.

Instituições de referência que já incorporaram a sedação inalatória Sedaconda® em seus protocolos de terapia intensiva.

Hospital Sírio-Libanês
Hospital Nove de Julho
Hospital Leforte Liberdade
BP · A Beneficência Portuguesa de São Paulo
Hospital do Coração (HCor)
Hospital das Clínicas da FMUSP (HC-FMUSP)
Instituto do Coração (InCor) · HC-FMUSP
Rede D'Or São Luiz · Itaim
Rede D'Or São Luiz · Jabaquara
Rede D'Or São Luiz · Morumbi
Rede D'Or São Luiz · Vila Nova Star
Rede D'Or São Luiz · Anália Franco
Unimed João Pessoa
Unimed Fortaleza

entre outros.

O caso financeiro

Vantagem clínica que vira economia operacional.

Alinhamento em todos os níveis! Maior segurança para o paciente, melhor desfecho para fontes pagadoras e menor custo financeiro para a UTI nos hospitais.

Menos dias de leito intensivo

Despertar e desmame mais ágeis reduzem indiretamente o custo mais caro do hospital: o tempo de UTI.

Eficiência operacional

Menos traqueostomias, menor uso de antibióticos e de opioides, cadeia de custos evitados.

Diferenciação assistencial

Adotar tecnologia de ponta em sedação posiciona o hospital como referência clínica e atrai corpo médico.

Modelo de adoção recorrente e escalável: começa em hospitais-referência via projeto piloto, evolui para protocolo clínico e treinamento de equipe, e consolida-se como padrão regional.

Quero o modelo para o meu hospital →

Não é sobre ser mais barato. É sobre resultados: melhor desfecho para o paciente e a conta fechar.

Estrutura de fornecimento

Uma cadeia clara, da Suécia ao seu leito.

SE

Sedana Medical AB

Fabricante (Suécia). Desenvolvedora do Sedaconda® ACD e detentora da evidência clínica.

BR

Goba Medical Brasil

Distribuidor master no Brasil: importação, suporte regulatório e logística nacional.

EGF

EGF Medical

Concessão de venda e distribuição no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Relacionamento clínico, ativação hospitalar e prova de conceito por estudos clínicos e de viabilidade financeira.

Quem leva a evidência até o intensivista.

A EGF não vende um produto: instala um novo padrão. Trabalhamos com médicos champions, projetos piloto e protocolos clínicos para que a adoção seja segura, mensurável e sustentável dentro de cada instituição.

Biblioteca de evidências

Estudos, meta-análises e diretrizes que fundamentam a prática.

Uma seleção curada de publicações e documentos regulatórios sobre sedação inalatória em terapia intensiva.

Lista curada para fins de referência clínico-executiva; a bibliografia completa está disponível sob solicitação.

Diagnóstico gratuito

Faça um diagnóstico gratuito da sua UTI.

Nossa equipe analisa o perfil da sua UTI e apresenta o potencial clínico e financeiro da sedação inalatória, sem custo e sem compromisso.

  • Análise do perfil clínico e do mix de pacientes da sua UTI
  • Projeção de impacto financeiro e operacional
  • Apresentação executiva com a equipe da EGF Medical