A EGF Medical leva ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste a sedação inalatória Sedaconda®: despertar mais rápido e previsível, menos opioides e desempenho independente de fígado e rim. O que já é referência na Europa, agora ao lado dos seus intensivistas.

Sedativos intravenosos dependem de fígado e rim para serem metabolizados e eliminados. Em paciente crítico, justamente onde esses órgãos falham, a droga se acumula. O resultado é silencioso e caro.
Função hepática e renal comprometidas levam ao acúmulo do sedativo e a excesso de sedação difícil de reverter.
Recuperação cognitiva arrastada, mais delirium e desmame ventilatório mais difícil, paciente preso ao leito.
Cada dia a mais de leito intensivo é o custo mais pesado do hospital, multiplicado por giro e por taxa de ocupação.
A mesma indicação clínica, dois caminhos farmacológicos. A diferença não é de mecanismo: é de previsibilidade, de eliminação e de desfecho.
O ACD substitui o HME convencional no circuito. Seu refletor de carbono adsorve cerca de 90% do anestésico exalado e o devolve ao paciente na inspiração seguinte: economia real do fármaco e estabilidade da concentração alveolar.
Compatível com dois agentes halogenados. Nota técnica: o sevoflurano pode ser usado por até 5 dias contínuos (característica do fármaco, conforme material clínico oficial); o isoflurano, de eliminação quase totalmente pulmonar, não tem essa limitação e é o agente de escolha para sedação prolongada. Não é uma limitação do dispositivo.
Além de refletor, o mesmo dispositivo atua como trocador de calor e umidade (HME) e como barreira bacteriana/viral no circuito respiratório.
Posiciona-se entre a peça-Y e o paciente. Monitorização por análise de gás expirado (FET) e profundidade de sedação (BIS/RASS), com bomba de seringa, analisador e captação de gases, sem reinventar a UTI.
A indicação, a dose e a duração do tratamento são sempre decisão médica, conforme protocolo institucional e Instruções de Uso (IFU).
O Sedaconda® ACD entra entre a peça-Y e o paciente, alimentado por bomba de seringa e monitorado por analisador e captação de gases. Sem trocar o ventilador, sem reinventar o fluxo da equipe.

Vídeos oficiais da Sedana Medical mostrando a montagem e a operação do Sedaconda ACD à beira do leito. Narração em inglês.
Não é um ganho isolado. É uma cascata de desfechos melhores que se conectam, do despertar à alta da UTI.
Cerca de 90% do anestésico exalado é adsorvido pelo dispositivo e devolvido ao paciente na inspiração seguinte. Menos consumo de fármaco.
O agente sai pela respiração, sem depender de fígado e rim. Menos acúmulo e menos excesso de sedação.
Tempo até o despertar mais curto e previsível, com menor necessidade de opioides.
Menor necessidade de opioides, sem aumento de dor (BPS).
Menos bombas de infusão e menos acessos venosos dedicados a sedativos: menos manipulação e menor risco de complicações como flebite.
Despertar limpo, com menor incidência de delirium associado.
Potencial redução da necessidade de traqueostomia.
Menor manipulação de vias venosas tende a reduzir uso de ATB.
O maior ensaio clínico randomizado e controlado sobre sedação inalada em terapia intensiva até hoje. Publicado no Lancet Respiratory Medicine (2021).
“Isoflurano via Sedaconda ACD foi eficaz e não-inferior ao propofol como sedativo primário. Menor necessidade de opioides, mais respiração espontânea e despertar mais curto e previsível.”
O estudo pediátrico IsoCOMFORT (publicado no Lancet Respiratory Medicine em julho/2025) sustentou a aprovação da indicação pediátrica (3-17 anos) em 13 países europeus desde 2025.
Compilação de estudos clínicos com sedação inalatória em UTI (ver seção Referências).
A Sedana Medical (Suécia) construiu, com força de vendas própria de enfermeiros intensivistas, uma posição de liderança na sedação inalatória europeia. Esse legado clínico é a base do que levamos ao mercado brasileiro.
Mercado europeu maduro, validação científica de primeira linha e mais de 30 países com distribuição global. No Brasil, a penetração ainda é baixa, e é exatamente aí que está a oportunidade de liderar, hospital por hospital.
Instituições de referência que já incorporaram a sedação inalatória Sedaconda® em seus protocolos de terapia intensiva.
entre outros.
Alinhamento em todos os níveis! Maior segurança para o paciente, melhor desfecho para fontes pagadoras e menor custo financeiro para a UTI nos hospitais.
Despertar e desmame mais ágeis reduzem indiretamente o custo mais caro do hospital: o tempo de UTI.
Menos traqueostomias, menor uso de antibióticos e de opioides, cadeia de custos evitados.
Adotar tecnologia de ponta em sedação posiciona o hospital como referência clínica e atrai corpo médico.
Modelo de adoção recorrente e escalável: começa em hospitais-referência via projeto piloto, evolui para protocolo clínico e treinamento de equipe, e consolida-se como padrão regional.
Quero o modelo para o meu hospital →Não é sobre ser mais barato. É sobre resultados: melhor desfecho para o paciente e a conta fechar.
Fabricante (Suécia). Desenvolvedora do Sedaconda® ACD e detentora da evidência clínica.
Distribuidor master no Brasil: importação, suporte regulatório e logística nacional.
Concessão de venda e distribuição no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Relacionamento clínico, ativação hospitalar e prova de conceito por estudos clínicos e de viabilidade financeira.
A EGF não vende um produto: instala um novo padrão. Trabalhamos com médicos champions, projetos piloto e protocolos clínicos para que a adoção seja segura, mensurável e sustentável dentro de cada instituição.
Uma seleção curada de publicações e documentos regulatórios sobre sedação inalatória em terapia intensiva.
Lista curada para fins de referência clínico-executiva; a bibliografia completa está disponível sob solicitação.
Nossa equipe analisa o perfil da sua UTI e apresenta o potencial clínico e financeiro da sedação inalatória, sem custo e sem compromisso.